sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Como economizar no mercado, na concessionária ou com o cartão de crédito

Especialistas ensinam truques simples para pagar menos na hora de comprar produtos ou contratar serviços



Consumidor que escolhe produtos da marca do próprio supermercado costuma economizar


Se a escalada da inflação coloca em pauta a corrosão do poder de compra dos brasileiros, é bom lembrar que os consumidores também assumem uma parcela de culpa na sobrecarga do orçamento quando aumentam os gastos em velocidade superior à que veem seu salário subir. Para dar folga à carteira, saiba como conseguir melhores preços na hora de fazer as compras do mês, negociar o financiamento do carro e pagar a anuidade do cartão de crédito.

No supermercado

Em dezembro do ano passado, a ONG de defesa do consumidor ProTeste pesquisou uma cesta de 64 produtos em diversas capitais do país. A conclusão foi que optar por itens que carregam a marca do supermercado implica, em média, em uma economia que beira três quartos do valor que seria gasto para encher o carrinho com os tradicionais líderes de mercado. Foram avaliados desde alimentos como batata frita e biscoito maizena a artigos de limpeza como amaciante e esponja.

"As pessoas têm que se conscientizar que podem gastar menos sem deixar a qualidade e a segurança de lado", aponta Maria Inês Dolci, coordenadora da instituição. E se persiste a desconfiança que produtos sensivelmente mais baratos não serão tão bons quanto seus concorrentes, a ProTeste lembra que alguns deles ganharam inclusive o selo de melhor escolha para o consumidor em testes comparativos realizados no passado pela entidade. Foi o caso do azeite de oliva da marca Carrefour e do feijão preto da Great Value, comercializado na rede Walmart.

Quando considerada toda a cesta de produtos, quem se saiu melhor foi o supermercado Big do Rio Grande do Sul, seguido pelo também gaúcho Nacional (diferença de 126%) e pelo Extra de Minas Gerais (108%).

Na concessionária

Se o consumidor está disposto a bancar as parcelas de um financiamento para colocar o carro novo na garagem, a dica é revelar por último o valor da prestação com a qual pode arcar mensalmente. De posse dessa informação, o vendedor pode estudar uma lista de financeiras que trabalha com a concessionária, apresentando aquela que oferece a maior comissão para ele, ao invés da melhor condição para o comprador. “O indivíduo só deve revelar alguma coisa quando conhecer todas as condições da concessionária. Aí sim ele terá poder de barganhar para inverter o processo e conseguir o melhor preço”, aconselha o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Vale lembrar que as melhores ofertas costumam ser anunciadas na terceira semana do mês. É justamente neste período que os vendedores que não tiverem batido sua cota estarão ávidos por fechar negócio. Portanto, é quando crescem as chances de acordos mais vantajosos, menos burocráticos e com maiores descontos.

Com o cartão de crédito

Popularizado na última década, o cartão de crédito vem ocupando uma lacuna deixada pelo cada vez mais obsoleto talão de cheques. Com a facilidade de agregar as compras e dividi-las em parcelas esparsas, o dinheiro de plástico pode sim ser um instrumento barato quando usado com cautela.

O risco é para quem parcela a conta na hora de quitar a fatura e sofre com a incidência dos juros mais caros da praça. Em média, essa taxa costuma ultrapassar 230% ao ano. O consumidor que paga a conta na íntegra lida somente com a anuidade do cartão. E até esse valor pode ser jogado para baixo - quando não completamente extinto - mediante algum jogo de cintura do usuário.

Para Andreas Belck, coordenador do departamento de finanças da ESPM, vale a pena contatar o 0800 da operadora e pedir descontos na anuidade do cartão com base em valores menores ou gratuitos oferecidos pela concorrência. “Se você usar esse argumento, é provável que eles tentem oferecer uma contrapartida. Afinal, há um interesse em não perder o cliente”, ensina.

O professor lembra, contudo, que é preciso muita responsabilidade na hora de usar o cartão. “Você estará gastando o que não tem para pagar depois. Por isso, jamais use esse artifício se não tiver recursos para pagar a conta no vencimento. Os juros serão absurdos”, diz.


Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/como-economizar-no-mercado-na-concessionaria-ou-com-o-cartao-de-credito?page=1&slug_name=como-economizar-no-mercado-na-concessionaria-ou-com-o-cartao-de-credito

domingo, 9 de janeiro de 2011

Música do meu dia: Elton John - Can You Feel The Love Tonight

sábado, 1 de janeiro de 2011

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Como pagar menos IR, ajudar o cinema e ainda lucrar

Fundos que investem em cinema permitem a aplicação de parte do dinheiro que seria pago ao governo como Imposto de Renda


Cena do filme "Salve Geral": financiado com dinheiro de um Funcine


Para a maioria dos brasileiros, cinema é sinônimo de diversão ou entretenimento. Pouca gente sabe que a sétima arte pode ser também um grande negócio. Graças aos fundos de financiamento da indústria cinematográfica nacional (Funcines), é possível usar parte do dinheiro que seria pago ao governo federal a título de Imposto de Renda para investir em uma aplicação que financia a realização, distribuição e exibição de filmes nacionais. O mais interessante é que, depois de alguns anos, esse dinheiro volta para o bolso do contribuinte - possivelmente com uma boa rentabilidade.

Desde que a atual regulamentação dos Funcines entrou em vigor, em 2006, as pessoas físicas podem destinar para esse tipo de aplicação até 6% do IR a ser pago em um ano. Isso quer dizer que alguém que deve 50.000 reais ao Fisco poderá investir 3.000 na realização de filmes e pagar 47.000 reais em IR sem ficar devendo nenhum centravo à Receita Federal. No caso das empresas, 3% do IR a ser pago anualmente pode ser destinado a esse fim.

O dinheiro aplicado no fundo será usado para a compra de quotas de produções audiovisuais (longametragens para cinema, séries de TV ou animações, por exemplo) ou ações de empresas de produção, distribuição e exibição de filmes. "Há muitos filmes no Brasil que oferecem uma excelente oportunidade de retorno", diz Luis Fernando Pessoa, sócio da Local Invest, uma gestora de recursos carioca que planeja lançar um Funcine. Como até para cinéfilos é muito difícil prever qual será o blockbuster da estação, o gestor do fundo costuma contratar uma empresa do setor audiovisual que vai lhe aconselhar sobre boas oportunidades de investimento. As sugestões serão então submetidas ao comitê de investimentos do fundo, que decidirá quais produções serão financiadas.

Em troca, o fundo terá o direito de receber parte da bilheteria, das receitas de licenciamento, da venda do conteúdo para a TV e de dividendos gerados por um filme. Além do retorno financeiro, as empresas que investem em Funcines podem dar exposição a sua marca com a exposição do logotipo no início de um longa-metragem, por exemplo. Ou então usar a produção em ações de marketing e relacionamento com clientes e fornecedores. Os investidores pessoa jurídica podem receber quotas de ingressos e DVDs, realizar uma pré-estreia exclusiva para convidados, exibir o filme numa sessão dentro da própria empresa somente com funcionários ou fazer uma visita promocional ao set de filmagens, entre outras coisas.

Restrições

Mesmo com todas essas vantagens, os Funcines em funcionamento no Brasil captaram menos de 40 milhões de reais. Se o negócio é tão bom assim, por que esse tipo de fundo não atrai mais gente? No caso das pessoas físicas, a explicação está no investimento mínimo. Os fundos em fase de captação atualmente exigem uma aplicação inicial de ao menos 5.000 reais. O problema é que para que esse valor represente apenas 6% do imposto devido por um contribuinte em um ano, ele terá de pagar, em um único ano, ao menos 83.333 reais de IR - e, em geral, somente alguém com rendimentos tributáveis de 350.000 reais ou mais por ano será devedor de tal valor. Para as demais pessoas, será necessário colocar dinheiro do próprio bolso para chegar aos 5.000 reais da aplicação inicial.

Outro problema para as pessoas físicas é a falta de informação e a necessidade de planejamento. Só terá direito a abater na declaração do IR de 2011, por exemplo, o investimento em um Funcine de um contribuinte que tiver feito a aplicação em 2010 e que entregue à Receita o formulário de declaração completa.

Para as pessoas jurídicas, a barreira de captação é outra. Só podem deduzir do IR o investimento que for feito por empresas que calculam o imposto a partir do lucro real (e não do lucro presumido). Poucas pequenas empresas pagam IR dessa forma. Além disso, os Funcines concorrem com diversos incentivos tributários para o financiamento de projetos culturais no país. A empresa pode, por exemplo, optar por patrocinar a arte por meio da Lei Rouanet. Nesse caso, não há possibilidade de retorno sobre o patrimônio investido - só dá para abater o patrocínio do IR a ser pago ao governo. Em compensação, é a própria empresa que vai decidir onde aplicar o dinheiro - e não o comitê gestor de um fundo - e não existe a limitação de financiar apenas projetos de cinema - é possível bancar shows de música, teatro, literatura ou artes plásticas.

O governo também concede incentivos tributários ao cinema por meio de outros dois instrumentos: os certificados de investimento audiovisual e os patrocínios da Lei do Audiovisual. "A grande beleza do Funcine é permitir que com apenas um investimento a empresa financie vários filmes e, dessa forma, aumente a exposição de sua marca e diversifique o risco do investimento", diz Karen Castanho, sócia da Lacan Investimentos.

Como investir

Há apenas três gestoras de recursos com Funcines em funcionamento no Brasil: Lacan, Rio Bravo e Fator. A Lacan é a que mais aposta no produto. Fundada pelo ex-diretor do Banco Central Luiz Augusto Candiota, a gestora já tem um Funcine em funcionamento e quatro em fase de captação. Primeiro fundo da série, o Funcine Lacan Downtown captou 17 milhões de reais junto a 13 investidores. Para escolher os projetos que seriam financiados, a Lacan firmou uma parceria com a Downtown, a maior distribuidora nacional de filmes e comercializadira dos direitos de exibição de sucessos como Cidade de Deus, Central do Brasil e Os Normais.

Oito produções já receberam ou terão em breve investimentos. Três filmes foram lançados em 2009: Divã, Tempos de Paz e Salve Geral. A gestora afirma que ganhou dinheiro com os dois primeiros. Até 2012, chegarão às telas, com apoio da Lacan, os longa-metragens De Pernas pro Ar, Desenrola, Corações Sujos, Procura-se e Gonzaga. A gestora ainda analisa o investimento na versão para o cinema de Roque Santeiro. Até agora, o resultado do fundo está negativo. Cada quota comercializada na fase de captação por 1.000 reais vale hoje cerca de 900 reais. No entanto, como o dinheiro do fundo veio de abatimentos do IR, nenhum investidor tem do que se queixar.

Foi isso que animou a Lacan a lançar outros quatro fundos. O Funcine Anima SP vai captar recursos até o final de janeiro para investir em longa-metragens de animação ou séries de TV, em parceria com a Fundação Padre Anchieta e a TV Cultura. Já o Funcine Rio 1 deve investir em filmes e salas de cinema em parceria com a RioFilme, empresa de distribuição de filmes da Prefeitura do Rio de Janeiro. O Funcine Lacan Mixer, por sua vez, foi criado para investir em longametragens e séries de TV e tem a produtora Mixer como parceira. Por último, há o Funcine Lacan Downtown 2, que deve seguir as mesmas características do Downtown.

Seleção

O fator mais importante para o sucesso de um Funcine é, óbvio, a capacidade de selecionar projetos que cairão no gosto do público. Na história do cinema brasileiro, há, de um lado, estrondosos fracassos e, de outro, filmes muito bem-sucedidos. Esse é o caso de Tropa de Elite 2, que custou 11 milhões e faturou mais de 100 milhões de reais. O problema é que o filme do diretor José Padilha é um ponto fora da curva. Cinema é, em gerla, um negócio bem difícil, e poucas são as produções que conseguem transformar seus realizadores em milionários da noite para o dia.

Outro desafio dos Funcines é selecionar com antecedência projetos que resultem em filmes de qualidade que não estourem o orçamento. O fracasso mais emblemático da história do cinema brasileira foi o filme Chatô, o Rei do Brasil, do diretor Guilherme Fontes. A produção já consumiu nada menos do que 36,5 milhões de reais em dinheiro público - e nunca foi terminado. O naufrágio do filme foi tão escandaloso que deu origem a um debate sobre a viabilidade de financiamentos e incentivos governamentais para produções nacionais.

No caso dos Funcines, o investidor possui uma série de garantias de que o dinheiro aplicado não vai evaporar. Em primeiro lugar, o projeto precisa ter sido aprovado pela Agência Nacional de Cinema (Ancine). A gestora de recursos também se protege adiando ao máximo o repasse dos recursos. "Nunca somos o primeiro investidor de um projeto. Só colocamos dinheiro quando já há um roteiro, um diretor, um produtor e um elenco definidos", diz Karen Castranho, da Lacan. "E o dinheiro não vai todo de uma vez. Vai um pouco no início das filmagens, outro tanto se eles estão entregando o prometido e assim por diante. É assim que reduzirmos o risco para o investidor."

Luis Fernando Pessoa, da Local Invest, diz que no futuro será possível criar um Funcine com uma espécie de seguro. Caso a produtora responsável pelo filme não realize os trabalhos no cronograma definido, outra empresa seria contratada para levar a produção adiante.

Além da própria dificuldade de ganhar dinheiro com cinema no Brasil, os Funcines possuem outras duas desvantagens em relação à maioria dos fundos existentes no mercado brasileiro. A primeira é que as taxas cobradas pelos gestores não são exatamente baixas. O fundo mais barato do mercado é da Lacan, que cobra 2% de taxa de administração mais 15% do rendimento que superar o benchmark de IPCA mais 4% ao ano. O outro problema é que o resgate é demorado. O dinheiro é investido em diversas produções diferentes durante vários anos. À medida que os filmes vão gerando lucros, o recurso começa a ser devolvido aos quotistas. Para ter todo o dinheiro de volta, portanto, é provável que o investidor tenha de esperar ao menos cinco anos.

Doações

Quem considera a estrutura dos Funcines muito engessada, mas gostaria de usar parte do IR para contribuir com o cinema brasileiro, pode simplesmente fazer patrocínios diretos e depois abatê-los na declaração completa. Os limites são parecidos com os dos Funcines: até 6% do IR a ser pago no ano seguinte por pessoas físicas e até 4% para empresas. O filme Eu Maior, que está em fase de produção, afirma ser o primeiro do Brasil a tentar captar recursos diretamente junto a pessoas físicas dessa forma.

Pelo site www.eumaior.com.br, o interessado pode comprar quotas de 100 reais. Além de abater a despesa do IR, os patrocinadores do longa-metragem ganham um ingresso por quota para a pré-estreia do filme em São Paulo e no Rio de Janeiro e concorrem em sorteios de livros e outros prêmios. O conceito usado para a captação de recursos é conhecido como "crowdfunding" e teve como inspiração campanhas políticas como as de Barack Obama e Marina Silva ou também do filme russo-espanhol The Cosmonaut, que já levantou dinheiro junto a 2.500 pessoas. Os produtores do filme Eu Maior afirmam já ter recebido 72.000 reais de 50 pessoas pela internet. A meta é chegar aos 200.000 reais. É importante lembrar que, nesse caso, nem o patrocínio nem o filme visam lucro. O que faz as pessoas direcionarem para o cinema parte do dinheiro que seria pago à Receita é a paixão.


Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/fundos/noticias/como-pagar-menos-ir-ajudar-o-cinema-e-ainda-lucrar?page=1&slug_name=como-pagar-menos-ir-ajudar-o-cinema-e-ainda-lucrar

2011 – O ano do Imperador

Lú Albuquerque

Arcano do tarô sinaliza para praticidade, objetividade, trabalho, ação concreta, movimento e pioneirismo




O princípio feminino (Yin) material, representado pelo arcano A Imperatriz, sai de cena para dar lugar ao princípio masculino (Yang) material: O Imperador, regente de 2011.

Em termos absolutos, o arcano IV do tarô representa o universo manifestado, material e sólido. Portanto, tudo que é concreto se liga à sua energia. Microcósmicamente, O Imperador é a mente a serviço do poder e do dinheiro, representando o sistema, o status quo, os interesses materiais e o peso da matéria e suas leis. No plano humano, representa ação, razão, praticidade, objetividade, poder, estrutura, materialidade e realidade. É o pai, o líder, o pioneiro. Personalidade racional e calculista, costuma bloquear seus sentimentos e espiritualidade para conjugar melhor suas palavras de ordem: “Pensar em trabalhar para produzir”. Sua maneira de realizar não é fluída como a da Imperatriz, sua rigidez exige tensão e seu preço é o desgaste contínuo. Sua autoridade é uma generalização do poder paterno. É a autoridade e, como o pai na família tradicional, o poder executivo, legislativo e judicial.

É possível que já estejamos sentindo aquele “empurrãozinho” interno e externo exigindo atitude concreta e objetiva, pois, sob a regência de O Imperador, 2011 será um ano para dedicar-se fundamentalmente à realização prática de assuntos materiais. Propício para mudanças e novos começos, bem como para lidar com questões de poder, sugere confiar na própria energia e colocá-la em ação. Ou seja, vá em busca de seus sonhos, não fique esperando pela sorte. Aja!

Seguramente não será um ano para comodismo, devaneios ou ilusão. Pelo contrário, pedirá trabalho árduo, disposição, pulso firme, força física e mental, visão empreendedora, responsabilidade, empenho e disciplina.

2011 conta ainda com a influência dos arcanos XX (Aeon ou O Julgamento) e XI (Força). A predominância da razão e da lógica é reforçada pelo Aeon, que pede análise, reflexão, avaliação e planejamento. A Força, por sua vez, mexe com questões de vitalidade, saúde e entusiasmo pela vida.

SUGESTÕES

* Avalie de que revitalização sua vida está precisando e se há passos que você gostaria de dar nessa direção.

* Invista na busca de solidez e concretude. Estruture o que faz parte do cotidiano. Estabeleça seu território.

* Disponha-se a desempenhar ao máximo todas as funções pelas quais for responsável, aceitar suas obrigações e trabalhar pelo que for necessário.

* Na área profissional o ano será de muito trabalho, exigindo empenho e dedicação. Não desperdice tempo nem deixe as coisas para depois, evitando criar pendências ou acomodar-se. O Imperador tanto pode ser a autoridade quanto o autoritarismo, portanto tenha cuidado nas relações com superiores e colegas de trabalho. Busque o entendimento, vise a coletividade e cumpra as regras.

* Examine com atenção suas relações de poder e comando – subordinados e superiores.

* As finanças deverão ter atenção especial. Administração regrada e avaliação ponderada.

* Na área afetiva O Imperador pode gerar divergências e esfriamento na relação, pois tende a bloquear os sentimentos e voltar a atenção para o lado prático da vida. Será preciso muito diálogo, clareza e franqueza para manter e fortalecer as relações, evitando rigidez e inflexibilidade. Por outro lado, a energia também favorece definir e assumir compromisso.

* Há tendência de que as responsabilidades econômicas e profissionais o “obrigue” a dar as costas a seus instintos e emoções, fazendo com que encare a vida de uma maneira racional, materialista, competitiva e agressiva. Procure ser tolerante, flexível e fluído. Conecte-se a seus instintos e emoções, abrindo-se para o lado lúdico da vida.

* Será importante investir na área espiritual, tanto quanto na material. Para quem já se dedica à jornada interior, 2011 exigirá manifestar a fé e manter-se firme em suas crenças.

* Na saúde será tão importante cuidar e manter o bem-estar físico quanto investir no bem-estar emocional e mental. Isto porque O Imperador tende a acentuar e somatizar o estresse, refletindo-o no físico. Revitalize-se.

* Não abra mão de seus valores e valorize as raízes.

A afirmação que favorece a energia do ano é: “Eu confio em meu poder. Eu comando servindo e sirvo comandando”.


Fonte: http://lu-albuquerque.blogspot.com/2010/12/2011-o-ano-do-imperador.html

Queima de Fogos 2010 em Copacabana no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasí...