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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Conciliando carreira e filhos

Por princípio, quando se está com os filhos, é preciso esquecer o trabalho. Este é o momento de dedicação familiar e qualquer interferência externa pode atrapalhar

Muitos profissionais sofrem com a falta de tempo e desejariam ter mais momentos com seus filhos, mas não o fazem devido ao trabalho. Claro, tudo varia de profissão para profissão, mas há dicas para que todos consigam ter um relacionamento saudável e que não deixem o trabalho sufocar o convívio e o relacionamento familiar.

familia-parque-350Algo que acredito, todos notaram, foi esse movimento natural que os casais têm feito. Gestações mais tardias e um número menor de descendentes, cada casal com um motivo: estabilidade familiar, prioridade na carreira, aproveitar a juventude, dentre outros. Mas ter um filho é muito mais que isso tudo e envolve, querendo ou não, muito dinheiro. Há cuidados com alimentação, educação, mudanças na rotina etc. E como tudo nesse mundo, acredito que haja um meio termo.

Por princípio, quando se está com os filhos, é preciso esquecer o trabalho. Este é o momento de dedicação familiar e qualquer interferência externa pode atrapalhar. O tempo deles (cônjuge e filhos) deve ser somente deles. Outro fator que incomoda muitos pais é a culpa que eles tomam para si por “não terem tempo para ficar e se dedicar aos filhos” e, com isso, cedem a todos os desejos deles. Ninguém gosta de ter um filho taxado de “mimado”, certo? Este é o segundo ponto: os pais não devem baixar a guarda para o comportamento de seus filhos, só porque muitas vezes ficam praticamente o dia todo longe das crianças. Muitas vezes o mau comportamento da criança é sinônimo da falta de atenção dos pais, afinal, filhos querem atenção!

Falando sobre o cuidado deles, a ajuda de terceiros é, claro, sempre bem vinda, mas há que se ter limites quanto à alimentação e disciplina, principalmente. E, por mais que se esteja longe, há artimanhas que podem ajudá-los a não ficarem com aquela impressão de que tem “pais ausentes”. Uma dessas dicas é ligar, vez ou outra (mas não sempre), para perguntar como estão, o que estão fazendo, enfim, bater papo. Outra alternativa que vejo muitos profissionais fazerem, é dedicar dois, três almoços por semana em casa (ou outro lugar), com a família. Isso ajuda a manter o contato também.

Para quem viaja muito, a dica é dedicação e qualidade no tratamento. Faça os momentos com os pequenos serem verdadeiros e intensos, e isso vale para qualquer situação. Crianças têm uma empatia e inteligência muito fortes, e percebem quando os atos não vêm do coração. Se você der carinho e atenção na dose certa, eles jamais se sentirão abandonados. Claro que é difícil, para muitos pais, pensar separadamente e de forma lógica sobre o filho, afinal, o amor é incomensurável neste caso.

Todos precisam fazer escolhas o tempo todo na vida. Se você escolheu ter uma carreira que necessite dedicação extrema, dedique-se. Da mesma maneira, se escolheu ser pai, dedique-se também ao seu filho, mas sabendo dosar as medidas de cada um, e o horário de cada qual. O meio termo, como sempre digo, é fundamental.

Fonte: http://www.amanha.com.br/blogs/92-vida-executiva--por-bernt-entschev/1955-conciliando-carreira-e-filhos

sexta-feira, 18 de março de 2011

Humildade pode melhorar desempenho profissional, diz estudo

Segundo pesquisadores americanos, pessoas honestas e humildes foram melhor avaliadas por seus chefes


Profissionais de saúde mais humildes e honestos tiveram melhor desempenho no trabalho

Para sobreviver à selva corporativa é, realmente, preciso deixar de lado conceitos de honestidade e humildade? Segundo um grupo de pesquisadores, a resposta é não.

De acordo com estudo da Universidade Baylor (Estados Unidos), pessoas honestas e humildes são as que alcançam os melhores resultados no trabalho.

Para chegar a essa conclusão, o grupo de pesquisadores analisou os traços de personalidade de 269 empregados de 25 companhias americanas ligadas a cuidados de saúde.

“Todos trabalhavam com atendimento domiciliar de pacientes que possuíam comportamentos difíceis, como posturas auto destrutivas ou pouco cordiais”, explica Megan Johnson, uma das responsáveis pelo estudo.

Os respectivos chefes dos participantes do estudo avaliaram o desempenho profissional de seus subordinados com base em uma lista de 35 habilidades profissionais. Entre os critérios avaliados pelos gestores estavam capacidade de ouvir, usar novas tecnologias, responsabilidade e capacidade de se adaptar a novas situações.

Os profissionais que receberam as melhores pontuações nessas 35 habilidades foram exatamente aqueles que, na pesquisa comportamental, demonstraram posturas mais honestas e humildes.

“Essas pessoas eram pouco ambiciosas e muito sinceras e justas”, afirma a especialista. Em outras palavras, esses profissionais eram mais focados nos outros do que neles mesmos. “Por possuir essa postura positiva, eles interagiam melhor com seus clientes”, diz. E, por isso, foram bem avaliados por seus supervisores.

Isso significa que os resultados da pesquisa estão intimamente ligados à natureza do trabalho desenvolvido. De acordo com a pesquisadora, essa lógica pode ser aplicada apenas nas situações em que os profissionais tenham que prestar atenção em seus clientes ou produtos. “No setor de vendas, por exemplo, onde as pessoas precisam se auto promover, talvez os resultados sejam diferentes”, pondera a especialista.

Quando o assunto é honestidade, o cenário é outro. “Há 90 estudos feitos com mais de 18 mil empregados que mostram que os mais íntegros são os que apresentam melhores resultados profissionais”, afirma. “A honestidade sempre será um traço de personalidade que valoriza o trabalhador”.


Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/humildade-pode-melhorar-desempenho-profissional-diz-pesquisa

sexta-feira, 11 de março de 2011

Meus planos mudam o tempo todo

Aprenda a ter foco e conquiste sucesso profissional e financeiro



A maioria das pessoas vive pressionada pela necessidade de alcançar o sucesso rápido nas finanças como meio de realizar todos os seus desejos. Entretanto, tantos sonhos e objetivos de vida, se não forem bem compreendidos e trabalhados, em vez de levar a pessoa à conquista dos seus ideais, faz com que ela se perca num emaranhado de ideias e pensamentos. Sendo assim, ao invés de levar à realização, essa confusão nos deixa ansiosos, confusos e até deprimidos, sem nunca conseguir concretizar os sonhos.

Muitas vezes sou procurado por pessoas que já tiveram muitos empregos, iniciaram vários projetos, abriram e fecharam diversos negócios e nunca conseguiram concretizar seus objetivos. Essas pessoas se consideram inteligentes e frequentemente têm ideias brilhantes para ganhar dinheiro. Concluem duas ou três faculdades, fazem diversas especializações e cursos em várias áreas, mas nunca se firmam na vida profissional e financeira.

Enquanto isso, outras pessoas iniciam um trabalho aparentemente sem grandes expectativas e, de repente, as coisas começam a fluir. É o exemplo de Ricardo Nunes, que abriu uma barraquinha onde vendia brinquedos baratos, bijouterias e bichinhos de pelúcia e atualmente é dono da Ricardo Eletro. Samuel Klein começou vendendo panelas e roupas de cama nas ruas e fundou as Casas Bahia. Raquel Pacheco saiu de casa, sem emprego, iniciou seus esforços literários através de um blog, onde comentava sua rotina como prostituta. Hoje tem seus três livros publicados no Brasil e em mais de dez países da Europa, além de já ter um filme baseado em sua vida: "Bruna Surfistinha".

O caminho para o sucesso

Afinal, qual é a diferença entre as pessoas que nunca se firmam na vida das que chegam rapidamente ao sucesso pessoal, profissional e financeiro? Uma única palavra responde a essa pergunta: foco. O segredo do sucesso na profissão e nas finanças está em identificar o seu talento, aquilo que você gosta e sabe fazer bem. Depois disso, inicie um projeto e não desista até conseguir.

Pessoas sem essa preciosa qualidade têm mil ideias brilhantes, iniciam vários projetos, mas não concluem nenhum, pois logo desistem quando encontram dificuldades. Além disso, nunca estão satisfeitas com suas escolhas e costumam ficar sempre ansiosas porque as coisas não andam. Uma característica em comum dessas pessoas é a falta de persistência. Geralmente este tipo possui muito talento e sabe como ganhar dinheiro, mas desiste justamente quando está prestes a alcançar o sucesso. "Noventa por cento das pessoas desistem quando estão apenas a 10% de conseguirem seus objetivos" sugere Robert Anthony, em seu livro Random Wisdom, ainda sem editora no Brasil.

As pessoas bem-sucedidas que conheço, ao contrário do tipo descrito acima, não se consideram muito talentosas. Iniciam um pequeno negócio, com pouco investimento, trabalham com empenho para vender suas ideias e persistem naquele projeto mesmo quando as coisas vão mal. Essas pessoas não começam um negócio porque está dando dinheiro, mas fazem o que gostam e sabem fazer bem. Procuram parceiros que se interessem por seus planos e transformam essas ideias em projetos. É este tipo de atitude que lhe levará ao sucesso nos negócios.

Escolhendo a profissão

Muitos jovens são influenciados pelos pais, colegas e por instrumentos de informação sobre qual carreira dá mais dinheiro. Milhares de adolescentes estão fazendo cursos na área de óleo e gás, informática, comércio exterior, logística e administração, somente porque são áreas em expansão, onde há uma demanda de mão de obra qualificada. Muitas dessas pessoas sequer avaliam se gostam ou possuem talento para atuar nessas profissões.

O desfecho é sempre o mesmo. Depois de investir alguns anos nessas atividades, os jovens se decepcionam e começam uma nova busca pelo sucesso. Não compreendem que não há nada de errado com a profissão que escolheram, que o erro está no seu modo de pensar e na falta de foco e objetivo.

Mais importante do que saber o caminho para o sucesso financeiro é ter em mente o que você jamais faria por dinheiro. O sucesso da Bruna Surfistinha está levando milhares de jovens a se prostituir, achando que vão ganhar a mesma fama da moça. O mesmo motivo faz com que centenas de milhares de jovens queiram ser jogadores de futebol só porque Ronaldinho está ganhando milhões de reais por mês.

Hora de estabelecer metas

Além do foco, as pessoas de sucesso têm clareza de objetivos e estabelecem metas de curto, médio e longo prazos para a sua vida. Bill Gates anunciou vinte anos antes que iria se aposentar e dedicar sua vida a causas sociais. No ano 2000 criou a Fundação Bill e Melinda Gates, que é uma das maiores fundações de caridade do mundo.

Essas pessoas não trabalham por dinheiro e sim pelo ideal de fazer a diferença, de contribuir para um mundo melhor. Este tipo possui uma missão de vida, com profundos valores morais, sociais e pessoais. Afinal, planejamento, metas, foco, clareza de objetivos, valores, missão e satisfação pessoal são os ingredientes que impulsionam pessoas no mundo todo em direção do sucesso. O dinheiro vem com facilidade para elas, mas não é isso que as move.

"A genialidade é 1% inspiração e 99% transpiração", dizia Thomas Edson, que fez mais de mil tentativas antes de inventar a lâmpada incandescente. Pode-se afirmar que as características mais marcantes deste grande homem foram foco e persistência. Edson passava semanas estudando, escolhendo um projeto ao qual se dedicar. E uma vez iniciada uma pesquisa, ele não desistia enquanto não conseguisse finalizar.

Sendo assim, podemos concluir que não importa o negócio ou a profissão que você decida trilhar, desde que sua escolha seja consciente e cheia de convicção. Dedique o tempo necessário ao estudo e planejamento antes de escolher seu empreendimento. Ressalto mais uma vez que não se escolhe uma carreira pensando no retorno financeiro e sim na vocação que você possui. Depois disso, dedique toda energia e pensamento ao projeto. Não desista diante das dificuldades. Persista até vencer e o sucesso será a sua merecida recompensa.


Créditos: http://www.personare.com.br/revista/carreira-e-financas/materia/1307/meus-planos-mudam-o-tempo-todo

domingo, 12 de dezembro de 2010

A união que gera eficiência


Método de Constelação Organizacional melhora desempenho de empresas




Certa vez estive em Natal, Rio Grande do Norte. Lá fui conhecer "O Maior Cajueiro do Mundo". É impressionante ver como de um único tronco, que brota de um solo úmido, estendem-se ramificações gigantescas com folhas verdes ora tímidas ora destemidas, todas estirando-se em direção ao sol. Estecajueiro fazia o seu melhor para cumprir seu propósito na natureza, adequando-se às possibilidades e às limitações das condições de seu ambiente. Quando penso em Constelações Empresariais me vem essa imagem.

O filósofo e terapeuta alemão Bert Hellinger desenvolveu, ao longo da década de 80, um método para tornar visíveis as dinâmicas ocultas nos relacionamentos, o método das Constelações Sistêmicas.A partir deste trabalho, Gunthard Weber,Michael Blumenstein, Jan Jacob Stam e Christine Essen estruturaram a aplicação deste método para a área do trabalho, profissões e organizações.

Constelações organizacionais são caracterizadas pela sua alta eficiência e efetividade. Representam um método inovador no desenvolvimento organizacional e contribuem significativamente para a melhoria do gerenciamento e da cultura na empresa.

As Constelações mostram algo essencial sobre os sistemas, onde os filtros da opinião e do julgamento não se aplicam. Essa abordagem sistêmica está diretamente ligada à realidade observada e nos dá novas visões sobre como organizações e pessoas dentro das organizações podem encontrar soluções para problemas que persistem (mesmo depois de abordados por métodos correntes de administração e recursos humanos).

O que faz uma organização ser saudável?

Saudável aqui quer dizer que os trabalhadores se sentem bem no seu trabalho e podem fazê-lo bem,que a organização preenche seu objetivo na sociedade e que há também uma troca dinâmica dentro daorganização e com o mundo lá fora.

Como sistema, uma organização existe a partir de várias partes: das pessoas que lá trabalham, dos clientes, dos produtos e serviços, do objetivo e de muitos outros elementos. Hellinger percebeu

que os sistemas familiares obedeciam a uma determinada ordem e que o mesmo se aplicava nas empresas. Assim, para que uma empresa funcione de maneira saudável, os princípios básicos relacionados abaixo precisam ser seguidos:

Cada pessoa tem igual direito a um lugar

Cada trabalhador tem a independência para cumprir sua função no sistema, seja ele diretor ou um funcionário que trabalha no depósito. Cada posição, cada pessoa tem seu próprio lugar, é considerada e tem seu valor. De diferentes maneiras, mas sempre valorizada.

Há uma ordem correta de posições

A ordem tem a ver com os objetivos da organização. Quem cria a estrutura na qual todos podem atuar vem em primeiro lugar. Aquele que cria a estrutura na qual os seguintes vão trabalhar vem em segundo lugar e assim sucessivamente. Desta maneira, cada um tem sua própria posição de confiança, onde pode trabalhar bem.

Há um equilíbrio entre dar e receber nas relações de troca

Cada pessoa oferece algo para a empresa e recebe algo de volta, numa troca constante que pode crescer permanentemente. Isso é válido para as pessoas que trabalham na empresa e também para a organização como um todo. Há uma troca constante com os clientes, fornecedores e outros.

No trabalho com Constelações Empresariais essas ordens são vivenciadas e podemos ter uma nova "visão interior" da própria organização, de seus problemas e seus potenciais ocultos, gerando assim novas soluções.

Da mesma forma, o "Maior Cajueiro do Mundo" se tornou o maior do mundo não por que esse fosse o seu propósito. Suas raízes, galhos e folhas tiveram seus espaços respeitados cada um cumprindo com sua função de diferentes maneiras. A ordem também ali foi respeitada pois o caule original continuava vivo e forte - apesar de estar muito longe dos galhos mais jovens, ainda os nutria e era nutrido por eles.

O sistema de trocas se manteve equilibrado e por isso o crescimento foi uma consequência natural e harmônica.


Fonte: http://www.personare.com.br/revista/carreira-e-financas/materia/1050/a-uniao-que-gera-eficiencia

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Foi promovido? Veja como encarar nova função



Getty Images
Corrida sem foco: 74% dos executivos não sabem como podem contribuir para o sucesso da organização

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Inércia profissional: Agir ou não agir, eis a questão

Por Fábio Bandeira de Mello - www.administradores.com.br


Você é aquela pessoa que percebe a sua carreira como responsabilidade exclusiva da empresa? Acredita que sua ascensão é uma questão de sorte (estar no lugar e na hora certa)? Ou assume a responsabilidade pelo seu plano de carreira e investe no seu crescimento por conta própria?

De acordo com o Coach Carlos Cruz, especialista em gestão e desenvolvimento, saber responder a essas perguntas é refletir no seu futuro profissional.

O Coach explica que “no passado quanto mais tempo você trabalhava na mesma instituição, mais era remunerado e com maiores possibilidades de ascensão funcional: as empresas eram responsáveis pela carreira dos seus empregados”.

“Atualmente, as coisas mudaram e não há espaço para a inércia profissional. Quem compete no mercado de trabalho tem que investir mais na própria formação, aprender a negociar seu talento com maior desenvoltura e assumir total responsabilidade pelo seu plano de carreira, independentemente da empresa em que trabalha”, conclui.

Para Arlindo Felipe Jr, diretor executivo do Grupo Soma, o profissional para sair da inércia precisa analisar os motivos da própria imobilidade e, em seguida, investir decisivamente em treinamento, palestras, atualização profissional, mudança de área, sempre com planejamentos. “O desenvolvimento ou não profissional depende única e exclusivamente de cada um”, relata.

Para isso, a dica é primeiro identificar suas qualidades profissionais, depois saber se elas estão sendo bem aproveitadas no emprego atual, e a partir daí, avaliar se pode crescer na função, ou se precisa mudar de função ou mudar de emprego,usando o planejamento e investindo sempre na melhoria das qualificações profissionais.

Aprenda os passos com Arlindo Felipe Jr. para começar essa mudança a partir de agora:

1º passo: Identificar qual a sua principal vocação, existem ferramentas, profissionais e consultorias para auxiliá-los nesse quesito, feito isso o profissional saberá em quais áreas ou campo de atuação ele poderá ter mais êxito ou sua vocação melhor canalizada.

2º passo: Realizar planejamento para atingir determinada posição ou função na carreira desejada.

3º passo: Fazer apontamento do andamento de sua carreira para eventuais correções, etc.

4º passo: Fazer benchmarking com profissionais mais experientes, pois certos ensinamentos não estão nos livros e nem em cursos, somente na experiência e maturidade que somente o tempo traz.

Muitos fatores podem estar atrapalhando você para avançar sua carreira profissional. Busque estratégias e se dedique no que faz para que a inércia e o comodismo não dominem o seu empenho profissional.


Fonte:http://www.gruposoma.net/inercia-profissional.html?utm_source=getresponse&utm_medium=email&utm_content=In%C3%A9rcia+profissional%3A+Agir+ou+n%C3%A3o+agir%2C+eis+a+quest%C3%A3o&utm_campaign=gruposoma

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Por produtividade, empresa cria licença TPM



Andre Nazareth/VEJA RIO
A TPM pode prejudicar o desempenho das mulheres no trabalho

sábado, 20 de novembro de 2010

Novas lições para domar uma antiga fera: SEU CHEFE

Conflitos entre líderes e subordinados estão longe de desaparecer. Conheça os mais atuais e descubra como se defender


Falar sobre o chefe é importante. Mais de 95% de todas as pessoas que trabalham têm um superior ou lideram uma equipe - ou ambos. Os líderes têm um papel relevante no dia a dia da empresa por que eles dão o tom que será seguido pelos demais empregados. Gestores equilibrados mantêm um ambiente produtivo sem elevar o nível de estresse do time. Porém, há estudos que mostram que sete em cada dez pessoas acham que lidar com o chefe é a parte mais estressante do trabalho.

Péssimos gestores podem causar danos à sua saúde. Uma pesquisa suíça, publicada no ano passado no jornal médico Occupational and Environmental Medicine, revela que profi ssionais que respondem a maus chefes têm de 20% a 40% mais chance de sofrer um ataque cardíaco. O levantamento acompanhou 3 122 trabalhadores por dez anos. Essas informações constam no livro Good Boss, Bad Boss: How to Be the Best and Learn from the Worst (algo como "Chefe bom, chefe mau: como ser o melhor e aprender com os piores"), de Robert Sutton, lançado no mês passado nos Estados Unidos pela Editora Business Plus e sem previsão de chegada ao Brasil. Robert é professor de gestão na universidade americana de Stanford e estuda assuntos relacionados à liderança há quase 30 anos.

Acredite-se ou não nos números expostos por Robert, o fato é que confrontos com o chefe vão continuar existindo. Hoje, os principais detonadores são a forte pressão por desempenho, as fusões e aquisições, que criam um ambiente de incerteza, e a chegada dos jovens, mais questionadores, às empresas.

No livro Por Que as Pessoas Odeiam Seus Chefes? (Editora Sextante), o consultor americano Bruce L. Katcher lista as reclamações dos funcionários a partir de um estudo feito por sua companhia. As principais queixas são: falta de reconhecimento, tratamento desrespeitoso e ausência de liberdade para opinar. Por aqui, as críticas são similares. No entanto, quem deseja alcançar postos mais altos precisa cuidar do relacionamento com os superiores.

Para a headhunter Fátima Zorzato, presidente da consultoria Russell Reynolds no Brasil, o segredo está em desenvolver uma boa química com a liderança — tentar alinhar estilos de trabalho e objetivos. Nas próximas páginas, você vai ler depoimentos de pessoas que tiveram problemas recentes com os superiores.

Para não expor os profi ssionais, não publicamos o nome deles nem o da companhia para a qual trabalham. Também apresentamos os confl itos mais frequentes exibidos no canal Malhe Seu Chefe, do site da VOCÊ S/A. Trata-se de um fórum em que funcionários contam as agruras cometidas pelos gestores. Saiba como sobreviver a situações confl ituosas com o chefe e garantir uma vida mais feliz no trabalho.

"MEU CHEFE SÓ PROMOVE QUEM TEM QI QUEM INDICA"
Mesmo nas organizações que adotam políticas claras de carreira, as acusações de apadrinhamento continuam existindo. Uma multinacional suíça criou no ano passado um comitê de gestores para validar promoções, a fim de coibir escolhas baseadas exclusivamente na preferência do chefe. Resultado: as pessoas passaram a bajular todos os integrantes do comitê. A questão é estabelecer o limite entre política e politicagem. Fazer alianças e contar o que você está fazendo é importante para gravar seu nome na memória de quem decide: seu chefe ou, talvez mais importante, o chefe do seu chefe. "Uma empresa é feita de pessoas e a indicação faz parte do comportamento humano", diz o coach Silvio Celestino, da Alliance Coaching, de São Paulo. Em vez de se lamentar, deixe os outros saberem o que você anda fazendo e crie para si mesmo oportunidades de ser o indicado.

"O CARA É UM WORKAHOLIC"
Depoimento: "Meu chefe é do tipo que nos faz fi car até de madrugada. Ele não emenda feriado e, se o faz, dá um jeito de enviar pelo menos uns três ou quatro e-mails e quer que a gente responda na mesma hora". Recomendação: se você tem um chefe assim, estabeleça regras. Em boas empresas, hoje, os chefes têm a obrigação de zelar pelo clima. "Não é vergonha externar que você tem limites. Aliás, é bom porque o chefe terá parâmetros para saber se está exagerando, sobrecarregando você de coisas ou não", observa Fábio Lobo, presidente do iG.


"MEU GESTOR DIZ QUE NÃO GOSTA DE TRABA LHAR COM MULHERES E HOMOSSEXUAIS"
Por incrível que pareça, demonstrações de preconceito ainda são comuns nas empresas. O que fazer num caso desse? Quando uma pessoa é ofendida gravemente, a reação natural é perder a cabeça e partir para a briga. No entanto, é interessante tentar se conter no primeiro momento. "Nada de desabar em prantos", diz Anna Chaia, presidente da L'Occitane, empresa de cosméticos. A melhor coisa a fazer, diz a executiva, é propor ao chefe encerrar a discussão momentaneamente. Vá para casa e esfrie a cabeça. Retome o assunto no dia seguinte e diga ao chefe que está se sentindo discriminado. "Isso é um caso grave, que o profissional tem o dever de tornar público", diz a coach Vicky Bloch. Portanto, não tenha medo de retaliações. "Se isso ocorrer, denuncie ao RH."



Pressão excessiva: o funcionário precisa criar coragem, estabelecer limites e informálos ao gestor

36% DAS EMPRESAS BRASILEIRAS TÊM AÇÕES DE VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

SITUAÇÃO 1: MEU CHEFE NUNCA ME DIZ COMO ANDA MEU TRABALHO

Uma pesquisa feita pela Missel Capacitação Empresarial, com 237 profissionais em cargos de liderança, revelou que 90% dos gestores das empresas brasileiras reconhecem que não sabem dar feedback, embora entendam que a prática é importante para motivar funcionários. E 57% dos subordinados declaram que se sentiriam motivados se recebessem feedback positivo. Ou seja, não adianta esperar: quem deseja receber avaliação do chefe precisa cobrar. Está em dúvida se deve mesmo fazer isso? "Diga para o chefe que está com receio também", ensina Rolando Pellicia, diretor do Hay Group.

SITUAÇÃO 2: ELE SÓ SABE CRITICAR MINHA ATUAÇÃO
Uma gerente de uma companhia de tecnologia conta que mudou de emprego por se sentir boicotada pelo ex-chefe. Ela lembra que ele só dava feedback quando era para ressaltar pontos fracos. "Sentia que ele fazia isso para derrubar a gente", diz. Em situações assim, procure virar o jogo. "Peça ao chefe sugestões de como transformar os erros em acertos", diz Rolando. Sempre trabalhe e discuta os problemas em cima de dados objetivos, nunca de opiniões.


Chefe que esconde o subordinado: a saída é fazer alianças com outras pessoas e mostrar ao chefe o valor do trabalho em parceria

COMO GERENCIAR O PATRÃO ADOTE O PONTO DE VISTA DELE
Para influenciar seu chefe, você precisa enxergar o mundo com os olhos dele. Se ele tem a cabeça voltada para cortar custos, tente pensar desse jeito também.

CUSTOMIZE
Procure identificar como seu chefe funciona. Crie um cenário adequado para dar a ele as boas e as más notícias, de modo a deixá-lo muito contente com os bons resultados e pouco aborrecido com os maus.

MOSTRE O MUNDO REAL
Nada vai impressionar mais seu chefe do que a vivência real do problema. Por exemplo, se você quer demonstrar que é preciso atender a uma necessidade do cliente, o convide para um grupo focal. Fonte: John Baldoni, autor de Lead Your Boss e How Great Leaders Get Great Results (Ed. McGraw-Hill), ambos inéditos no Brasil

ARTIMANHAS DE LIDERANÇA
No livro Jogos Políticos nas Empresas (Ed. Campus/Elsevier), os autores, Mauricio Goldstein e Philip Read, identificaram desvios de comportamentos comuns praticados por chefes. Aprenda a identificar alguns deles:

SEM MÁS NOTÍCIAS
Para mostrar que é uma pessoa disposta a ouvir, o chefe incentiva os funcionários a dizer o que pensam. Porém, dá sinais claros de que não deseja ouvir problemas ou críticas.

ENVOLVIMENTO DE FAZ DE CONTA
Para parecer democrático, o líder pede a opinião de outras pessoas a respeito de um assunto, mas, no fundo, ele já tem uma decisão tomada. A jogada permite ao chefe dar uma demonstração de poder. NÃO CRIE

TURBULÊNCIA
Nessa tática, o gestor mata ideias com frases que sugerem que a ideia pode despertar a ira de um superior. No fundo, ele quer apenas preservar seu status.


O EGOCÊNTRICO
O CASO: "Meu gerente só se preocupa com seu próprio sucesso e crescimento pessoal".
COMENTÁRIO: "Os mecanismos de recompensa que existem hoje nas companhias estimulam o individualismo. De olho nos bônus polpudos, o profissional só pensa no seu próprio desempenho. Isso é mais claro na área comercial, que costuma estabelecer metas individuais.

Um sujeito que fez carreira em vendas tem dificuldade para mudar de comportamento quando vira chefe. Ele continua competindo com os subordinados. Isso tem ocorrido frequentemente por causa da tendência de regionalização das operações, que alçou muitos vendedores a cargos de chefia. Ninguém no alto escalão percebe o problema enquanto os resultados estão aparecendo. Como resolver a situação? Uma maneira eficaz é se aproximar do gestor, mostrar que juntos conseguirão melhores resultados e o trabalho dele terá mais destaque. O subordinado precisa construir uma relação de confiança, que elimina a predisposição do chefe para competir." Rolando Pellicia, diretor do Hay Group

"MEU CHEFE É ENROLADO"
Clareza é um problema clássico dos chefes. Uma pesquisa realizada no ano passado pela consultoria DMRH mostra que 48% dos profi ssionais estão insatisfeitos com a comunicação que recebem no trabalho. Quanto mais abaixo na hierarquia, pior é a situação. Gestores podem faltar com a clareza voluntaria ou involuntariamente, por má intenção ou por falta de habilidade.

De qualquer maneira, a falta de clareza vira um apoio para chefes que querem acumular poder ou se esquivar de decisões difíceis. O efeito é o mesmo: "Os subordinados fi cam sem saber que rumo tomar", diz o coach Silvio Celestino. Para resolver o problema, a agência de publicidade Fischer Fala adotou no mês passado um ambiente sem paredes.

O presidente, Antônio Fadiga, e os executivos sentam-se em volta de um mesão. "Qualquer funcionário tem acesso à fonte primária", diz Antônio. Se você fi cou em dúvida, peça esclarecimentos. "Muitas vezes o chefe acha que foi entendido, mas o importante é aparar arestas para que erros consecutivos de sua parte não aconteçam", explica Silvio Celestino.

"Ele roubou minha ideia"
SITUAÇÃO: um coordenador faz uma sugestão de melhoria para a gerente e, dias depois, descobre que ela vendeu a ideia ao diretor como se fosse dela.

O QUE FAZER: no trabalho, você pode se deparar com gente que não joga limpo. Uma saída inteligente é encontrar ações que anulem as jogadas desfavoráveis. É um mecanismo importante de defesa, que deve ser praticado. Como? Guarde as conversas por e-mail e faça as sugestões na frente de terceiros. Uma solução mais radical é assinar todos os documentos que identifiquem que foi você quem criou o projeto.

Humilhação em público: a prática ainda é comum, mas deve ser coibida. Denuncie o chefe infrator a um superior

"Uma diferença vital entre um bom e um mau chefe é que o primeiro considera sua responsabilidade aprender com os erros. Ele aplica sua habilidade gerencial para construir confiança e uma atmosfera de segurança. Esse é o tipo de chefe de que precisamos se queremos menos mortes nos hospitais, menos quedas de avião e menos vazamentos de petróleo. Não queremos chefes que exijam erro zero, mas líderes que ajudam sua empresa a parar de cometê-los." Robert Sutton, professor da Universidade Stanford e autor do livro Good Boss, Bad Boss (Ed. Business Plus, inédito no Brasil)

HUMILHAÇÕES E CONSTRANGIMENTOS
Nas reuniões de balanço do trimestre de equipes comerciais, uma situação recorrente são as humilhações enfrentadas por profi ssionais que não bateram as metas. O supervisor de uma companhia de bebidas lembra que na última reunião seu gerente o chamou de incompetente e burro na frente dos colegas. "Minha vontade era de dar um murro nele, mas preciso do emprego."

Práticas como essa são reprováveis. "Na maioria dos casos, as empresas são responsáveis por incentivar a disputa interna em prol de resultados", diz Silvio Celestino. Constrangimento é assédio moral. Se o chefe manifestar esse comportamento repetidamente, o caso deve ser levado a instâncias superiores. Um caminho é recorrer à ouvidoria, cada vez mais comum nas empresas, ou ao RH.

"Meu chefe é novo e quer mudar tudo"
O desconhecido gera insegurança, mas não adianta ficar na defensiva. "É importante ter uma atitude proativa e se tornar protagonista", afirma Cristiano Amorim, da consultoria Fellipelli. O presidente do iG, Fábio Lobo, que já viveu uma situação parecida, acredita que o importante é entender as razões da mudança e se colocar à frente delas. "Estar aberto e contribuir para que elas deem certo ajudarão na hora das oportunidades acontecerem para cada um."


CHEFE TIRANO
O CASO: o gerente de projetos de uma estatal foi incumbido de criar indicadores de processos. Fez o trabalho, mas seu chefe não gostou. O gerente resolveu argumentar com dados e números. O chefe respondeu: "Dane-se o que você acha!".

SOLUÇÃO: "Chefes autoritários ainda são encontrados nas companhias, refl etindo modelos antigos de gestão", diz Fátima Zorzatto, da Russell Reynolds. Bater de frente ou questionar o chefe, jamais — é preciso gerenciá- lo, sem dar a impressão de que está querendo tirar seu poder. Deixe clara a intenção de contribuir com sugestões. "Leve fatos e argumentos que justifi quem as ideias que pretende compartilhar", diz Cristiano Amorim, da Fellipelli.

CONSELHOS PARA NEUTRALIZAR UM CHEFE TÓXICO

• Não leve para o lado pessoal – Se o chefe gritar, provocar ou humilhar, não se deprima. Valorize sua autoestima.
• Não comprometa seus valores – Não faça concessões para pedidos antiéticos. Ele espera que você ceda para parar de contestá-lo.
• Contenha seus impulsos – Evite entrar no jogo sujo de um mau chefe. Não use as mesmas armas que ele, como fofoca, sabotagem etc.
• Não se coloque na posição de vítima – Isso cria difi culdade de reagir e dá mais poder ao chefe.
Fonte: Annie McKee, do Aresty Institute e coautora de O Poder da Inteligência Emocional (Ed. Campus/Elsevier)

FUSÕES E AQUISIÇÕES
No começo do ano, o gerente de uma rede de varejo estava prestes a ser promovido. No entanto, a empresa anunciou a compra de outro grupo e seus planos foram esquecidos. Um profissional vindo da companhia adquirida ocupou o cargo. Numa fusão, planos anteriores correm sempre o risco de ser esquecidos.

O que foi combinado não vale mais e é preciso lidar com o novo cenário. No caso desse profissional, a situação é duplamente complicada: ele perdeu a promoção e precisa encarar um chefe novo. "O foco do profissional deve ser encontrar um espaço na nova estrutura, destacando resultados que obteve e contando estratégias futuras, capazes de revelar o quanto ele pode fazer a diferença", diz Jorge Menegassi, presidente da Ernst & Young, empresa de auditoria que passa por uma fusão com a ex-concorrente Terco.


Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/novas-licoes-domar-antiga-fera-seu-chefe-609336.shtml#

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Profissionais devem estar cientes que a proatividade esbarra na hierarquia

Gladys Ferraz Magalhães
11/11/10 - InfoMoney

SÃO PAULO - Quantas vezes você já não ouviu que o segredo do sucesso na vida profissional está na proatividade? De acordo com especialistas, a ideia é verdadeira, visto que profissionais proativos são apreciados nas empresas. Entretanto, é necessário cuidados para não ultrapassar os limites da proatividade.

Segundo o presidente do Grupo Employer, Marcos Aurélio Abreu, há uma linha tênue entre a proatividade e a hierarquia, sendo que os limites da primeira se encerram na segunda. Assim, diz ele, a proatividade se torna negativa quando o profissional passa a decidir sozinho, exercendo uma liderança paralela e de forma superficial.

O CEO do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo, Antonio Carminhato, completa: “a proatividade é normalmente bem vinda, pois reflete interesse pelo negócio e a intenção de assumir uma carga maior de trabalho. Contudo, a hierarquia deve ser respeitada”.

Como resolver a situação?
Quando a proatividade ultrapassa os limites da hierarquia, ela pode indicar que o profissional tem dificuldades para trabalhar em grupo, explica Abreu.

Dessa forma, aconselha ele, é importante adotar a chamada decisão colegiada. “Os profissionais devem sempre tentar compartilhar com os colegas, trocar ideias com os pares, pois é difícil perceber sozinho quando está ultrapassando limites”.

Além disso, é essencial saber receber feedbacks e respeitar os dogmas e valores da empresa.

Líder
Já o líder, dizem os especialistas, deve sempre estar atento à sua equipe, envolvendo-na e sabendo adequar o ambiente para que não seja desrespeitado e torne a proatividade algo negativo.

“Ao líder, cabe criar seu ambiente para que a proatividade flua naturalmente dentro de sua equipe e, assim, reduza o espaço para ser ultrapassado”, ressalta Carminhato.


Fonte:http://www.gruposoma.net/Profissionais-devem-estar-cientes-que-a-proatividade-esbarra-na-hierarquia?utm_source=getresponse&utm_medium=email&utm_content=Profissionais+devem+estar+cientes+que+a+proatividade+esbarra+na+hierarquia&utm_campaign=gruposoma