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terça-feira, 3 de maio de 2011

Procon lista sites que não entregam produtos



A Fundação Procon de São Paulo divulgou um alerta contra empresas de comércio eletrônico que vendem produtos e não os entregam aos consumidores.

A lista foi elaborada a partir de reclamações de consumidores que pagaram e não receberam a mercadoria.

Além disso, o Procon também constatou que muitas dessas empresas não se encontravam nos endereços físicos informados. Muitas das notificações enviadas pela fundação às empresas, retornaram com mensagens dos Correios como “mudou-se” ou “endereço inexistente”.

As denúncias do Procon foram protocoladas no Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), para que se tomem as medidas legais.

O Procon alerta também que muitos desses sites ainda permanecem ativos e continuam praticando a venda de produtos.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/internet/procon-lista-sites-que-nao-entregam-produtos-02052011-9.shl

sexta-feira, 11 de março de 2011

Guia de sobrevivência (amorosa) no Facebook

Nove dicas para não deixar que deslizes afundem seu relacionamento na rede social campeã em divórcios



Você já sabe que rede social é o lugar perfeito para rever antigas amizades, manter contatos profissionais, matar tempo do trabalho… Agora inclua na lista o item “ferrar relacionamentos”. No Reino Unido, uma firma de advocacia calcula que o Facebook é citado em um em cada cinco divórcios. Nos Estados Unidos, o site lidera a lista de redes sociais que mais influenciam no fim de relacionamentos. “O ambiente digital torna-se um espaço perfeito para acompanhar os passos do outro, a ponto de tornarse uma vigilância constante”, diz Eric Messa, coordenador do curso de comunicação em mídias sociais da Faap. A arquiteta Carla (nome fictício) sentiu isso na pele. Em janeiro, visitou a página de um antigo rolo, por “pura curiosidade”. O namorado viu e virou um bicho. “Pela briga que tivemos, parecia que eu havia visitado meu ex pessoalmente”, diz. No Brasil, o Facebook cresce na preferência e já conta com 9 milhões de usuários. Para Luis Fernando Santos, gerente de mídias sociais da consultoria Predicta, o site é o campeão em oferecer combustível a ciumentos.

“No Orkut, um comentário era mostrado apenas para algumas pessoas. Já o Facebook divide a informação com todos os seus amigos”, explica. Para não afundar seu namoro no primeiro “curtir”, VIP reuniu dicas certeiras.

1 Apague comentários comprometedores
Não adianta tornar-se o carola número 1 do Facebook se seus amigos sempre fazem comentários como se você (ainda) fosse solteiro e baladeiro. Para não correr riscos, sempre acesse seu perfil para apagar qualquer faísca comprometedora. O segredo é usar a notificação por e-mail do Facebook para saber quando alguém postou uma foto ou comentou no seu mural. “As pessoas têm o hábito de cancelar todas as notificações ou de deixar todas habilitadas e receber uma enxurrada de e-mails. Configurar para receber só os e-mails mais importantes (taguear fotos, por exemplo) pode ser uma boa forma de identificar problemas logo que eles são postados”, afirma Luis Fernando Santos.

2 Defina sua privacidade
Use as ferramentas do site a seu favor e esconda novidades de sua namorada. “O Facebook dá uma possibilidade de customização fantástica, contato a contato. Controlando seus posts e customizando as opções de segurança, você consegue usar o Facebook de modo que só as informações desejadas cheguem a determinadas pessoas”, afirma Luis. Que tal começar impedindo que sua namorada receba na página dela as fotos que seus amigos publicam de você? Dá também para proibir comentários daquele ex-rolo que fica no seu pé. Para personalizar, clique em “conta”, no canto superior direito da tela, “configurações de privacidade” e depois “personalizar configurações”.

3 Abuse do “sair”
Simples e esquecido, o “sair” do Facebook garante que ninguém vai acessar sua conta ao mexer no computador. Isso evita desde que engraçadinhos escrevam “queria ser uma borboleta” no seu perfil, até que a sua namorada se depare “sem querer” com aquele seu diálogo com uma gata da faculdade.

4 Fique longe do mural dela
Ao abrir o Facebook, você clica no perfil de sua garota sem pensar? Pare agora. Não tem por que acompanhar cada passo dela nas redes sociais. “É preciso evitar o impulso de controlar as atividades virtuais do seu parceiro. Você não faz isso no dia a dia, por que fazer no Facebook?”, pergunta Eric Messa. “Lembre-se que pode haver diferentes interpretações para determinada atitude do seu par.” E outra: olhando o dela, você abre precedentes para ela te vigiar também.

5 Não dê a senha para ela
Se fizer isso, daqui alguns meses você estará dando senha de celular, de computador, de banco. “Confiança não se adquire com devassamento da sua vida íntima. É muito melhor quando você convida sua namorada a participar, ler o que está escrevendo ou demonstrar total tranquilidade sobre o assunto”, afirma a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, colunista da VIP.

6 Seja cuidadoso ao falar com a ex
O Facebook é um prato cheio para encontrar antigas namoradas ou aquela gata com quem você ficava na praia. Mas é praticamente certo que sua garota vai ficar sabendo. Não significa que não se deva nunca conversar com ex-rolos ou exnamoradas, mas certa cautela nessa área é importante, principalmente se a namorada é alguém fundamental em sua vida e você quer mantê-la. Para uma conversa mais apimentada, utilize o serviço de mensagem privada da rede social e tenha certeza de apagar o diálogo antes de sair do site.

7 Fuja das crises de ciúme
Ela sempre reclama de suas ações na rede? Nesse caso, explique a ela que você preza as amizades, gosta das redes sociais e que não vê mal nenhum em conversar com as pessoas, o que inclui amigas mulheres. Se ela insistir, explique novamente, avalie com ela quais foram os comentários que ela julgou inadequados e pondere.

8 Nunca revele seu estado civil
O problema não é dizer se você é casado, se tem namorada ou se está solteiro. A dor de cabeça começa caso você precise mudar o seu status (ao terminar um namoro, por exemplo). Isso acabará sendo motivo para uma longa discussão da sua vida íntima entre seus conhecidos. “É muito tititi que não leva a nada. Vale lembrar que as redes sociais são usadas para buscar contatos profissionais, inclusive por empresas”, diz Ana Canosa.

9 Não pense estar protegido
“As pessoas precisam perceber que tudo que circula na internet é um reflexo do mundo real. E tão real quanto, ainda que virtual”, diz Rosa Maria Farah, psicóloga responsável pelo Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática (NPPI) da PUC-SP. Enfim, não faça nada no Facebook que você não faria no seu dia a dia.

Cuidado: sua rede social pode ser usada contra você
As páginas de diálogos e fotos em redes sociais já são usadas como provas em processos na Justiça. É o que conta a advogada Michelle Reicher, sócia do escritório Imparato e Reicher Advocacia, especializado em direito de família em São Paulo. De acordo com ela, comentários e fotos de redes sociais são utilizados principalmente em pedidos de pensão alimentícia ou em reconhecimentos de uma união estável. “Em um caso de pedido de pensão, por exemplo, se o homem alega que não tem dinheiro para nada, mas em sua rede social aparecem fotos de uma viagem para a Suíça, isso será usado no tribunal”, diz Michelle. Seu relacionamento não anda dos melhores e há risco de terminar na Justiça? Ouça o conselho da advogada: “Apague sua rede social, não conte intimidades, não coloque fotos nem mostre seu padrão de vida”.


Créditos: http://vip.abril.com.br/sexo/internet/guia-de-sobrevivencia-amorosa-no-facebook/

quarta-feira, 9 de março de 2011

7 dados pessoais que nunca devem cair na internet

Expor-se demais na internet aumenta a chance de roubo de identidade, golpes de empréstimo e até sequestro



Até por uma rede profissional como o LinkedIn o internauta está sujeito à superexposição.


A essa altura, todo usuário de internet já sabe que tem que tomar cuidado com o que posta nas redes sociais. Hoje em dia, é possível ser demitido ou até responder criminalmente por causa de fotos embaraçosas ou comentários polêmicos feitos em redes como Twitter, Facebook ou Orkut. Mas tão importante quanto a “etiqueta” online é a proteção da própria privacidade. Alardear a rotina e ostentar dados pessoais na web pode facilitar bastante a ação de bandidos - de estelionatários a ladrões e sequestradores.

Dados pessoais expostos em redes sociais podem ajudar estelionatários a falsificar documentos e a praticar o roubo de identidade, conseguindo, por exemplo, pegar empréstimos em nome da vítima. Algumas informações podem fornecer pistas a respeito de senhas de banco ou de e-mail, e outras permitem a sequestradores e ladrões traçar um panorama completo da rotina da vítima e do melhor momento para atacar.

“O problema desses sites é que, por meio de engenharia social, um criminoso pode ficar sabendo dos hábitos, dos dados pessoais, dos locais frequentados e dos amigos da futura vítima”, diz Alexandre Atheniense, advogado especializado em direito eletrônico. Segundo ele, para saber o que pode ser tranquilamente compartilhado, basta se perguntar: “eu dividiria essa informação com alguém que acabei de conhecer?” Veja a seguir 7 tipos de informação que o internauta não deve divulgar nas redes sociais:

Data e local de nascimento: informar o dia e o mês de nascimento não é um grande problema, mas ao fornecer o ano e a cidade natal, o internauta pode facilitar a vida dos falsários interessados em roubar sua identidade. Combinados a outras informações, esses dados cadastrais possibilitam a fraude de documentos. “Nos Estados Unidos é mais fácil roubar uma identidade a partir desses dados, pois muitos serviços estão centralizados em torno do Social Security Number [espécie de CPF]. Aqui no Brasil isso pode vir a acontecer com a centralização das informações em torno do Registro de Identidade Civil”, explica Atheniense.

Fotos e dados familiares: cuidado com o excesso de fotos, principalmente de pessoas que costumam ser visadas por sequestradores ou golpistas, como os filhos pequenos e os pais idosos. Uma foto do filho de 3 anos com o uniforme da escola no primeiro dia de aula pode ser um convite para que um criminoso saiba onde abordá-lo diariamente. Outra maneira de proteger os entes queridos é evitar a indicação de laços familiares - por meio de ferramentas como a do Facebook, que permite ao usuário identificar seus pais, irmãos, namorado(a), e assim por diante.

Currículo completo: algumas informações a respeito da carreira podem ser facilitadores na aprovação de crédito e acabar ajudando estelionatários a pedirem empréstimos em nome da vítima, por exemplo. Evite dar informações de trabalho fora de redes profissionais, como o LinkedIn. E mesmo nelas, prefira expandir detalhes sobre sua carreira apenas enquanto estiver buscando emprego, recolhendo-os após ser contratado.

Planos de viagem: é normal querer compartilhar com os amigos a empolgação de uma viagem que está por vir, ou então postar as fotos do passeio in loco. Especialistas em direito eletrônico e privacidade, porém, consideram essa atitude arriscada. “Faltam 3 dias para Nova York!” ou “Machu Picchu, aí vou eu!” podem ser manifestações espontâneas de alegria, ou sinalizadores de que a sua casa estará vazia durante um bom tempo. É melhor dividir a experiência apenas na volta.

Indicações “acidentais” sobre os seus passos: há quem utilize as redes sociais, especialmente o Twitter, para informar sobre todos os passos, desde o lugar onde se encontra até o que está fazendo. Assim como na dica anterior, essa atitude pode atrair a atenção de criminosos interessados em monitorar a vida do internauta, agindo como verdadeiros “olheiros” virtuais.

Dicas de senha: ao cadastrar uma senha em um site qualquer, o usuário frequentemente é solicitado a criar uma pergunta para lembrá-la em caso de esquecimento. Crie perguntas pouco óbvias, e evite compartilhar informações que levem criminosos a adivinhar a resposta - o nome de solteira da sua mãe, sua canção favorita, o nome do seu cachorro. Em muitos sites, dados facilmente encontrados numa página pessoal (como a data de nascimento) e a pergunta de segurança é tudo que crackers precisam para redefinir uma senha e acessar as informações pessoais e bancárias de outra pessoa. Foi o que aconteceu em 2008 com a republicana Sarah Palin, então candidata à vice-presidência americana. Um cracker conseguiu redefinir sua senha de e-mail utilizando dados encontrados pelo Google: sua data de nascimento, código postal e a resposta à pergunta de segurança “onde eu conheci meu marido?”.

Endereço e telefone: não deveria nem ser necessário dizer. Ao entregar de bandeja seu endereço residencial ou comercial, o internauta pode estar facilitando não só o roubo de identidade, mas também se tornando mais vulnerável a sequestros ou golpes telefônicos. Telefone comercial pode ser uma exceção, caso o perfil na rede social seja usado com propósitos profissionais.

Use e abuse das configurações de privacidade

Além de se resguardar na web, é fundamental que o internauta seja bastante criterioso na escolha das pessoas com quem deseja dividir suas informações. “O sujeito tem que definir primeiro qual perfil ele deseja explorar, se é o pessoal ou o profissional. Se for pessoal, nunca deve adicionar quem ele não conhece realmente”, aconselha o advogado Alexandre Atheniense.

Outra dica importante é jamais deixar seus dados e fotos expostos para qualquer um. Redes como Facebook e Orkut permitem ao usuário definir quem tem acesso a quais informações, e até mesmo no Twitter é possível filtrar os seguidores. Dependendo do objetivo do internauta, pode ser mais interessante criar uma rede própria, como o Ning, menor e mais reservada.

“O brasileiro em geral é exibido e ingênuo. As pessoas ainda não sabem separar a esfera pública da esfera privada e acabam expondo informações íntimas de maneira exacerbada na internet”, observa Atheniense.


Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/credito/noticias/7-dados-pessoais-que-nunca-devem-cair-na-internet?page=1&slug_name=7-dados-pessoais-que-nunca-devem-cair-na-internet

sábado, 5 de março de 2011

Reclamação de e-commerce cresce 79% no país



O PROCON-SP anunciou hoje dados sobre registro de reclamações contra serviços de comércio eletrônico e entrega de produtos.

De acordo com a instituição, de novembro de 2010 a janeiro deste ano foram registradas 4838 queixas sobre entrega de produtos e serviços, um aumento de 79% em relação ao mesmo período anterior.

Entre as reclamações gerais, B2W, Comprafacil, Ponto Frio, Walmart, Telefônica, TIM, Magazine Luiza, Casas Bahia e Fatordigital correspondem juntas a 2405 queixas.

Entre as empresas de e-commerce, as principais mencionadas nas reclamações foram Ricardo Eletro, TIM, Saraiva, Americanas.com, Submarino, Shoptime, Comprafacil, Walmart, Ponto Frio, Brands Club, Centauro e Fatordigital.

Desde outubro de 2010 o PROCON-SP disponibiliza reclamações através de um canal online, o que fez com que o número de queixas eletrônicas aumentasse 32%.

Segundo o PROCON-SP, a divulgação dos dados fornece ferramentas aos consumidores na hora de escolher os melhores serviços online.


Créditos: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/reclamacao-de-e-commerce-cresce-79-no-pais-03032011-12.shl

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Evite golpes durante compras online



Getty Images