sábado, 20 de novembro de 2010

A melhor forma de usar o 13 º salário

Aprenda a utilizar o reforço extra de caixa para colocar a vida financeira em dia


Primeira parcela do 13º deve ser depositada no próximo dia 30

Presentes, ceia farta e férias. Quando o fim do ano se aproxima e traz consigo a tentação de gastança desenfreada, a chegada do 13º salário parece um alívio e tanto para a conta bancária. A primeira parcela do reforço extra de caixa deve ser depositada no próximo dia 30. Antes de se entusiasmar, no entanto, lembre-se que os especialistas em finanças são unânimes em um ponto: melhor do que planejar as despesas por vir, é quitar os compromissos que ficaram para trás.

Miguel Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade), lembra que o ideal é priorizar o pagamento das dívidas, em especial aquelas que embutem maiores encargos, como a do cartão de crédito rotativo, com taxa média de 238,3% ao ano, e a do cheque especial, com juros de 137,3%.

É verdade que 57% dos brasileiros devem optar por essa alternativa na hora de usar o 13º, segundo pesquisa recente divulgada pela Anefac. Apesar do percentual abarcar mais da metade dos entrevistados, a intenção de acabar com as pendências diminuiu 10,9% em relação ao ano passado. Para Oliveira, a explicação está na melhora da economia. "Crescimento da renda e emprego contribuíram para melhorar o quadro do endividamento", diz.

Para quem irá se livrar das pendências, a dica é entrar em contato com o banco ou a financeira e negociar o valor devido. O desconto para o consumidor que se propõe a saldar as dívidas de uma só vez pode chegar a 40%.

Se você está entre os que não têm débitos, é hora de pensar nos gastos que devem bater à porta no começo do ano: IPVA, IPTU, matrícula escolar, materiais e uniformes. Para o educador Mauro Calil, o mais sensato é ser previdente e guardar os recursos para o futuro. "Segure esse dinheiro e deixe investido na caderneta de poupança. O prazo é curto demais para qualquer outra coisa", ensina.

Depois de reservar uma quantia para o pé de meia, vale a pena antecipar o pagamento de financiamentos em bancos, financeiras ou comércio. Isso porque de acordo com o artigo 52 do Código de Defesa do Consumidor, os estabelecimentos são obrigados a retirar da dívida os juros embutidos nas parcelas que forem pagas antecipadamente.

Aumentando o patrimônio

Finalmente, quem já está com as finanças em dia fará um bom negócio ao aproveitar o caixa extra para incrementar a poupança. "Quem investe apenas o 13º ao longo de 30 anos, consegue manter o mesmo padrão de vida quando se aposenta", afirma Mauro Calil. Para atingir o feito com o investimento em ações, é necessário buscar uma rentabilidade anual de 15%, com papéis de empresas que também distribuam dividendos de 3% ao ano. "Quem acompanhou o Ibovespa nas últimas décadas sabe que isso é factível. Além disso, blue chips pagam de 4% a 5% de dividendos, enquanto empresas do setor elétrico chegam a entregar impressionantes 11%", explica.

Carlos Martins, autor do livro "Os Supersinais da Análise Técnica", reitera que utilizar o 13º para comprar ações de companhias que distribuem bons dividendos é uma boa alternativa para quem quer fazer sua estreia na bolsa. "Empresas de telefonia, energia elétrica e gás já têm previsão de receita muito precisa. Por isso, distribuem o lucro de forma generosa", diz. "E os dividendos são isentos de Imposto de Renda", completa Martins. Além disso, investidores que aplicam diretamente via home broker não pagam IR sobre o ganho com a valorização dos papéis, contanto a soma de todas as ações vendidas em um único mês seja inferior a 20.000 reais.

Para os investidores pouco afeitos a investimentos em bolsa, os títulos públicos comprados via Tesouro Direto são uma boa opção em renda fixa. Já os investidores que preferem manter o dinheiro no banco devem ao menos colocá-lo na caderneta de poupança para obter um rendimento próximo ao dos fundos de renda fixa.


Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/a-melhor-forma-de-usar-o-13-o-salario?page=1

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Profissionais devem estar cientes que a proatividade esbarra na hierarquia

Gladys Ferraz Magalhães
11/11/10 - InfoMoney

SÃO PAULO - Quantas vezes você já não ouviu que o segredo do sucesso na vida profissional está na proatividade? De acordo com especialistas, a ideia é verdadeira, visto que profissionais proativos são apreciados nas empresas. Entretanto, é necessário cuidados para não ultrapassar os limites da proatividade.

Segundo o presidente do Grupo Employer, Marcos Aurélio Abreu, há uma linha tênue entre a proatividade e a hierarquia, sendo que os limites da primeira se encerram na segunda. Assim, diz ele, a proatividade se torna negativa quando o profissional passa a decidir sozinho, exercendo uma liderança paralela e de forma superficial.

O CEO do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo, Antonio Carminhato, completa: “a proatividade é normalmente bem vinda, pois reflete interesse pelo negócio e a intenção de assumir uma carga maior de trabalho. Contudo, a hierarquia deve ser respeitada”.

Como resolver a situação?
Quando a proatividade ultrapassa os limites da hierarquia, ela pode indicar que o profissional tem dificuldades para trabalhar em grupo, explica Abreu.

Dessa forma, aconselha ele, é importante adotar a chamada decisão colegiada. “Os profissionais devem sempre tentar compartilhar com os colegas, trocar ideias com os pares, pois é difícil perceber sozinho quando está ultrapassando limites”.

Além disso, é essencial saber receber feedbacks e respeitar os dogmas e valores da empresa.

Líder
Já o líder, dizem os especialistas, deve sempre estar atento à sua equipe, envolvendo-na e sabendo adequar o ambiente para que não seja desrespeitado e torne a proatividade algo negativo.

“Ao líder, cabe criar seu ambiente para que a proatividade flua naturalmente dentro de sua equipe e, assim, reduza o espaço para ser ultrapassado”, ressalta Carminhato.


Fonte:http://www.gruposoma.net/Profissionais-devem-estar-cientes-que-a-proatividade-esbarra-na-hierarquia?utm_source=getresponse&utm_medium=email&utm_content=Profissionais+devem+estar+cientes+que+a+proatividade+esbarra+na+hierarquia&utm_campaign=gruposoma

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Romance depende do estilo de flertar


O flerte tradicional prima pela iniciativa do homem, com a mulher assumindo o papel passivo, e estes preferem o namoro.



Há muito mais em paquerar do que se divertir, de acordo com uma nova pesquisa que também aponta que o sucesso no romance depende em parte de compreender o seu próprio "estilo de flertar".

Querendo ou não, aproximar-se de um desconhecido em um bar ou sentar-se e esperar o objeto de atração se aproximar são distinções que uma vez reconhecidas podem ajudar as pessoas a navegarem pelos mares revoltos dos relacionamentos, segundo Jeffrey Hall, professor assistente de estudos de comunicação da Universidade do Kansas.

Recentemente, Hall completou um estudo sobre estilos de paquerar, ouvindo mais de 5.100 pessoas sobre seus métodos de flertar.

"Saber um pouco sobre a maneira como você manifesta interesse pode dizer algo sobre os desafios que você pode ter enfrentado na vida amorosa passada", disse Hall. "Felizmente, essa consciência pode evitar esses erros e ajudar em um relacionamento bem-sucedido."

Hall acrescentou que há cinco estilos essenciais de paquera: o físico, tradicional, educado, sincero e extrovertido.

Na paquera física, as pessoas expressam seu interesse sexual para um potencial parceiro e, segundo ele, geralmente desenvolvem relacionamentos rapidamente, com mais química sexual e uma conexão emocional maior com seus companheiros.

O flerte tradicional prima pela iniciativa do homem, com a mulher assumindo o papel passivo, e estes preferem o namoro.

Há muitas pessoas cuja paquera cai na categoria "extrovertida" e a finalidade geralmente é melhorar sua auto-estima, disse Hall. Essas pessoas estão menos propensas a relacionamentos significativos e duradouros, acrescentou ele.

Hall é coautor do artigo com Steve Carter, diretor de pesquisas e desenvolvimento do site de encontro online eHarmony.com.


Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/romance-depende-do-estilo-de-flertar-16112010-4.shl

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Teste

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