sábado, 5 de março de 2011

Reclamação de e-commerce cresce 79% no país



O PROCON-SP anunciou hoje dados sobre registro de reclamações contra serviços de comércio eletrônico e entrega de produtos.

De acordo com a instituição, de novembro de 2010 a janeiro deste ano foram registradas 4838 queixas sobre entrega de produtos e serviços, um aumento de 79% em relação ao mesmo período anterior.

Entre as reclamações gerais, B2W, Comprafacil, Ponto Frio, Walmart, Telefônica, TIM, Magazine Luiza, Casas Bahia e Fatordigital correspondem juntas a 2405 queixas.

Entre as empresas de e-commerce, as principais mencionadas nas reclamações foram Ricardo Eletro, TIM, Saraiva, Americanas.com, Submarino, Shoptime, Comprafacil, Walmart, Ponto Frio, Brands Club, Centauro e Fatordigital.

Desde outubro de 2010 o PROCON-SP disponibiliza reclamações através de um canal online, o que fez com que o número de queixas eletrônicas aumentasse 32%.

Segundo o PROCON-SP, a divulgação dos dados fornece ferramentas aos consumidores na hora de escolher os melhores serviços online.


Créditos: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/reclamacao-de-e-commerce-cresce-79-no-pais-03032011-12.shl

terça-feira, 1 de março de 2011

Bancos já podem oferecer conta eletrônica sem tarifa

Clientes que abrirem conta que seja movimentada apenas pela internet, caixa eletrônico ou celular ganharão isenção

BC: conta sem tarifa para aumentar a bancarização da população

A partir desta terça-feira (01/03), os bancos poderão começar a oferecer uma conta que não terá cobrança de tarifas desde que movimentada exclusivamente por meios eletrônicos (como internet, celular e caixas eletrônicos). Essa possibilidade foi regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN, que reúne os principais integrantes da equipe econômica do governo) com o objetivo de aumentar a bancarização da população brasileira. Cabe aos bancos decidir se vão ou não oferecer esse tipo de conta aos clientes.

A instituição financeira poderá cobrar tarifa de cadastro para o início de relacionamento apenas dos novos clientes. Caso o consumidor utilize o guichê do caixa, o call center ou um correspondente bancário, também poderá ter de arcar com alguns custos. A única exceção é quando o cliente não tiver outra opção para realizar uma operação. Se não for possível movimentar a conta eletronicamente, o banco não terá o direito de cobrar pelo serviço.

Créditos: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/bancos-passam-a-oferecer-conta-eletronica-sem-tarifa

Vendas diretas estão em alta

Grande vantagem nesse mercado é o relacionamento criado entre marca – representada pelos chamados revendedores, consultores ou representantes – e consumidor


Venda direta conta com profissionais de todos os perfis, independente da idade e do sexo, que têm em comum a vontade de empreender

O setor de vendas diretas atrai cada vez mais empresas. Apesar do principal segmento ainda ser o de cosméticos, com gigantes como Avon e Natura, é possível encontrar marcas de categorias diversas, como bebidas, alimentos funcionais e até mesmo colchões. O aquecimento do setor, que tem mantido um crescimento de dois dígitos nos últimos 10 anos, também impulsiona o surgimento de novos players.

É o caso do Grupo Boticário, que anunciou recentemente o lançamento da marca Eudora, de olho num mercado que cresceu 17,2% em 2010, acumulando um faturamento de R$ 26 bilhões no período, segundo dados da Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABVED). Apesar de ter como principal target os consumidores da classe C, as marcas que investem no setor acabam por atrair os mais diferentes perfis de clientes.

Um dos principais diferenciais do canal é também um exemplo a ser seguido pela indústria e pelo varejo, de forma geral. A palavra de ordem na venda direta é “relacionamento”, que se desenvolve fortemente entre marca – representada pelos chamados revendedores, consultores ou representantes – e consumidor. Para isso, as empresas investem fortemente em estratégias de treinamento e capacitação.

Relacionamento em cadeia

Entre os mecanismos adotados estão, principalmente, a realização de eventos, reuniões de negócios, conferências, seminários e programas de incentivo. Independente da estratégia adotada, o importante é transmitir para o revendedor a cultura da marca e dar base para que ele seja o melhor amigo do cliente na hora da compra, orientando e passando todas as informações necessárias sobre os produtos.

“A venda direta é uma venda por relacionamento. Uma cadeia em que todo mundo confia na indicação de outra pessoa. Esse é o segredo do sucesso”, conta Roberta Kuruzu, diretora executiva da ABEVD. Hoje em terceiro lugar no ranking mundial, ultrapassado apenas por Estados Unidos e Japão, o Brasil tem se mostrado um terreno fértil para quem quer investir no canal.

Em parte, a evolução do setor se deve à desmistificação de alguns preconceitos comuns à área. Um deles é a questão da informalidade. Os profissionais evitam, inclusive, o velho termo “porta a porta” para que os consumidores não confundam e entendam que os produtos oferecidos têm qualidade certificada e procedência conhecida.

Oportunidade para empreender

O crescimento do setor das vendas diretas também não está atrelado apenas a períodos de crise econômica, como se costumava pensar no passado. “Antes, o chefe de família perdia o emprego, por exemplo, e entrava no modelo de negócios. Numa emergência, as pessoas acabavam optando por isso. Mas ao longo dos anos temos visto que não é bem assim. Mesmo em períodos estáveis, continuamos crescendo. Não se pode mais atribuir que a venda direta vem amenizar problemas econômicos”, explica Roberta.

O modelo, no entanto, é sem dúvida uma importante fonte de renda para as famílias. No último ano, as vendas diretas foram responsáveis pela geração ou complementação de renda para 2,74 milhões de brasileiros, uma soma 12,2% superior a 2009. Já em relação à produtividade média dos revendedores em atividade em 2010, o crescimento foi de 4,4% comparado ao período anterior.

Mas de forma geral, a venda direta conta com profissionais de todos os perfis, independente da idade e do sexo, que têm em comum a vontade de empreender. “A venda direta como um todo atrai pessoas empreendedoras, é um negócio independente. No caso da MonaVie, mais da metade dos revendedores está entre 25 e 35 anos. Temos também distribuidores entre 35 e 50 anos, pessoas dinâmicas, das mais diferentes formações, desde frentista de posto a empresários, donas de casa, advogados e engenheiros”, explica Mauricio Patrocínio, diretor geral da MonaVie no Brasil.

A empresa de bebidas norte-americana chegou ao Brasil em 2008, coincidentemente ou não, com produtos à base de matérias-primas tipicamente nacionais, como açaí e cupuaçu. Presente hoje em mais de 15 países, o principal mercado da MonaVie ainda é o Estados Unidos. Nos três primeiros anos, as vendas da empresa somaram US$ 1 bilhão no mundo, mas a expectativa é que nos próximos 20 anos o faturamento global chegue a US$ 20 bilhões e que o mercado da América Latina seja responsável por pelo menos US$ 5 bilhões.

Para isso, a MonaVie investe em produtos exclusivos para os consumidores brasileiros. Dos quatro itens do portfólio, o MonaVie Original – bebida que mistura 19 frutas diferentes – e o MonaVie Active com Colágeno são responsáveis por praticamente 80% das vendas. O energético MonaVie EMV e o MonaVie Nuit, no entanto, tiveram suas fórmulas pensadas para o mercado nacional e ajudaram a impulsionar o crescimento de 70% nas vendas da operação brasileira em 2010.

Para a veterana Herbalife, o Brasil também é um importante mercado. A empresa – presente em 75 países – nasceu há três décadas em Los Angeles e há 15 anos chegou por aqui. No ranking de vendas global, o mercado brasileiro ocupa o quarto lugar, atrás de Estados Unidos, México e Coreia.

“As vendas diretas crescem acima da economia brasileira, por isso vemos a entrada de outras empresas no segmento. A Herbalife é líder em produtos de nutrição no setor, vemos um potencial de crescimento muito grande. Por isso estamos reforçando nossa atuação em todas as regiões brasileiras, sem focar nenhum local específico”, diz Lilian Yoshisaki, gerente sênior de marketing da Herbalife.

Créditos: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/venda-de-porta-em-porta-esta-em-alta?page=1&slug_name=venda-de-porta-em-porta-esta-em-alta

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011